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quarta-feira, 12 de julho de 2017

CARRO DE LIXO DEIXA COMUNIDADE SÃO BENTO EM RISCO



Durante a coleta de lixo na comunidade São Bento, na região de Jacumã, o condutor do caminhão colidiu em um poste de energia.

O acidente quase provocou a queda do poste, conforme se ver na foto, e deixou os moradores expostos ao risco de que venha a cair a qualquer momento. Inclusive há relatos de pessoas saindo de casa diante do risco iminente.

Os populares dizem ter chamado a atenção do condutor do caminhão da empresa responsável pela coleta de lixo na cidade de Conde, e que se surpreenderam diante do descaso ante aos gritos das pessoas que estavam na rua no momento.

A Energisa já foi comunicada da situação, que requer urgência, desde às 11 horas da manhã, mas até o fechamento dessa matéria ainda não havia enviado nenhuma unidade ao local. Enquanto isso, os ventos provenientes da época chuvosa balançam o poste quebrado e expõe a população a uma situação de alto risco.



Por Eudes Santiago

sexta-feira, 7 de julho de 2017

UM DIA PARA HISTÓRIA DE CONDE


Quarta-feira, 28 de junho de 2017, um dia histórico para a cidade de Conde. Nesta data, um grupo de profissionais da imprensa e dos ramos da comunicação social do munícipio se reuniram para fundar a Associação de Imprensa de Conde (AIC). A decisão de criar a entidade foi fruto de diálogos entre os profissionais que entenderam ser esse o momento de unir os que atuam nas diversas frentes da comunicação social na terra de Jacoca. Hoje (07), a AIC foi registrada e teve encaminhada a solicitação de CNPJ junto à Receita Federal.

A AIC nasce com o desafio de aglutinar forças e representar as aspirações dos seus associados junto ao Poder Público e a iniciativa privada, além lutar pelo fortalecimento da categoria.

A primeira diretoria da AIC é composta da seguinte forma:
Presidente - Ricardo Caco Pereira
Vice-Presidente Stanley Talião
Secretário Executivo -Eudes Santiago
Secretário - Wagner Assunção
1ª Tesoureira - Fátima Cardoso
2°Tesoureiro Erbton “Ton” Melo

Ao sair do Cartório alguns integrantes da Diretoria gravaram um vídeo anunciando o momento histórico. Veja abaixo:


O vice-presidente  Stanley Talião informou que um ato simbólico de posse ocorrerá em breve e que na oportunidade a AIC será apresentada à sociedade e novos associados ingressarão na entidade. "Pretendemos ser uma instituição atuante e participativa. Queremos e vamos contribuir com nossa cidade. No ato de posse diremos isso a sociedade", disse Stanley.
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Nosso grande desafio é fortalecer a categoria, buscar capacitação, respeito e valorização dos que fazem a comunicação em nossa cidade. Buscaremos parcerias com associações congêneres, com os sindicatos profissionais e outras instituições que possam nos ajudar nesse processo que é de suma importância para que a imprensa de Conde seja livre, independente e cada dia mais forte”, disse Caco Pereira, presidente da AIC.




Da Redação


domingo, 11 de junho de 2017

A rodilha, o pote e os “bocas de matraca” ansiosos pela queda!




Há um dito popular que provavelmente cabe ao atual momento político do Conde: “Não pode com o pote, não pegue na rodilha”. Usei essa frase algumas vezes no rádio. Acredito que algumas pessoas ligadas a atual gestão parecem “arrependidas” de terem pego a rodilha, pois acreditam que o “pote” é mais pesado do que pensavam.  Quero falar um pouco sobre isso...

Gosto muito de usar a expressão “bocas de matraca”, para me referir a gente que fala demais, que critica exacerbadamente e que deixa no ar um “cheirinho” de quero mais é que tudo dê errado. O meio politiqueiro - não o político - da cidade de Jacoca está repleto de gente assim. Também quero falar sobre isso...

Quando digo que algumas pessoas da gestão dão sinais de um “arrependimento” por terem pego a rodilha, não falo em acovardamento ou desistência, mas penso que ficaram surpresas com o que viram ao tomarem pé da situação. Talvez pensassem que o “pote” tivesse um pouco de sujeira, mas tenham descoberto que a coisa é bem pior do que pensavam.

Fala-se muito nos erros das gestões anteriores, nos problemas, no caos em que a cidade foi encontrada. É fato que a atual prefeita encontrou tudo às avessas, que as contas oriundas de más gestões são enormes, que a cidade não tem infraestrutura, que as ruas em sua maioria não têm calçamento, que a policlínica tem um aspecto terrível, enfim, é verdade que a situação era caótica. Mas, a rodilha já está enrolada sobre a cabeça e o “pote” está sob os cuidados de quem recebeu de Deus, através do voto popular, a missão de carregá-lo e isso deve ser feito da forma mais justa, honesta e voluntariosa que puder ser feito. E acredito que a motivação tem sido essa, mas que nalguns momentos tem se dado mais importância ao caos do que ao desejo de fazer um Conde melhor.

Em meio a isso surgem os “bocas de matraca”. São figuras incapazes de descer dos palanques, de acreditar e acima de tudo, de torcer pelo melhor para a cidade. Eles respiram politicagem, anseiam loucamente pela derrocada da gestão. Não visualizam nenhum apsecto positivo, seus lábios não proferem um elogio. Para eles tudo está errado. Não estão preocupados se ainda é cedo para serem tão duros em suas cobranças, se é preciso dar um tempo para que as coisas se equilibrem e que a caminhada seja positiva. Na verdade, eles querem mais é ver o “pote” cair.

Eles servem a outros e não as suas próprias opiniões. Os seus “mentores” querem que eles gritem que está tudo mal, alardeiem ao quatro cantos que tudo está péssimo. E os “boca de matraca” gritam os seus “agouros” e se fazem acreditar. E quanto mais as pessoas acreditam nisso, mais os seus “donos” são apontados como paladinos, heróis que ressurgem das cinzas como uma fênix e se postam como salvadores da terra de Jacoca.

Não percebem eles quem causou o caos! Os heróis na verdade, são anti-heróis, são vilões!

Obviamente há críticas ao começo do trabalho e elas devem ser postas de forma clara, respeitosa e direta. Ninguém deve calar-se quando as coisas não estão indo bem. Devemos cobrar que as creches funcionem, que a saúde seja uma prioridade, que não falte atendimento médico, enfim, é preciso exigir que as promessas de campanha se tornem realidades. Isso não é negociável. Mas também não é instantâneo.

Acredito que quem pegou a rodilha, tem habilidade e capacidade de carregar o “pote”. Torço e peço a Deus para que as dificuldades sejam amainadas, que as lutas sejam vencidas e que minha cidade querida seja um lugar ainda melhor.

Em todo tempo tenho dito que é preciso parar de olhar para o retrovisor, que é hora de erguer os olhos, planejar e transformar o Conde em um lugar cada vez melhor. A geografia das terras de Jacoca é linda, sua gente é do bem, a cidade tem um potencial enorme sob vários aspectos, desde o turismo, passando pela agricultura, ramo imobiliário e industrial.

O Conde tem futuro, mas esse futuro só será construído, se no presente, formos capazes de largar as amarras de uma politicagem interesseira, desprovida de amor à cidade, eivada de motivações pessoais sórdidas e formos capazes de agir de modo a fazer com que o Conde se desenvolva e que sua gente tenha prazer em se dizer condense.

Eu por aqui cumpro o meu papel de cobrar, mas também de incentivar, de apontar as falhas, mas de aplaudir os acertos, de criticar e de elogiar, mas acima de tudo, de querer, como cidadão que ama essa terra, ser parte integrante desse processo de mudança da cidade, afinal de contas, esse “pote” também é meu!



Ricardo CACO Pereira




domingo, 8 de janeiro de 2017

MÁRCIA LUCENA E OS DESAFIOS NO CONDE






Outra gestora recém-empossada que passa por ataques ferrenhos é Márcia Lucena (PSB), na cidade de Conde. A professora ainda nem conseguiu se assentar na cadeira - até porque ainda não sabe-se onde será a sede da Prefeitura -, e já sofre todo tipo de pancadas por parte da oposição, que mesmo desfacelada já consegue bater.


Desde o tradicional anúncio de "racha" no grupo da gestão, passando pelas postagens diárias acerca do "estado de calamidade" decretado pela prefeita, reclamações quanto a coleta de lixo e quanto a Festa de Reis, enfim os fatos mostram que a oposição está com a língua afiada e vai bater muito.


Diferentemente de Patos, onde acredito que se Dinaldinho trabalhar bem, consegue "calar" ou diminuir a voz da oposição, no Conde,  a toada será a mesma pelos próximos quatro anos. Márcia não terá sossego e terá que conviver com o disse-me-disse, a fofoca e aquele mais do mesmo, da política local.


O negócio é tão sério no Conde que já se fala na formação de um grupo de "coalisão" das oposições condenses, o que uniria rivais tradicionais em um embate midiático, cogitando-se inclusive, um programa radiofônico em uma das rádios comunitárias locais, com o objetivo de apresentar a população os erros da gestão de Lucena.


Conhecendo um pouco da política local, acredito ser muito difícil ver as oposições unidas no Conde, mas exatamente por conhecer o cenário e saber que na terra de Jacoca, até boi pode voar, digo que tudo é possível, até as mais improváveis uniões.


Márcia está apenas começando, certamente irá errar, precisará mudar peças, direcionar energias e dedicar um tempo surreal na busca pela excelência na gestão. Quando errar será apedrejada, inclusive por muitos que estiveram em seu palanque. Isso é a política do Conde. 


O grande desafio da socialista na implantação do modelo "socio-ricardista" passa pelo material humano. Ela tem que "vender" o projeto primeiramente a sua equipe - não, muitos ainda não compraram o projeto. Ela terá que contar com muita gente de fora para execução dos seus palanos. Isso esbarrará com a cultura do "não queremos forasteiros". Cultura essa, incentivada por parte do seu grupo nas últimas eleições. Ou seja, provavelmente, terá oposição interna e isso não vai demorar a acontecer.  


Depois terá de convencer o povo do Conde a aceitar na prática, o que teoricamente aceitou nas últimas eleições quando a elegeu prefeita. A luta está na constatação de que esse povo,  durante muitos anos esteve acostumado com a política do "toma-lá-dá-cá", do assistencialismo, do favorzinho, o que certamente tornará esse, um processo árduo de reeducação, de mudança de paradigmas acerca da política local. Se conseguir isso, deverá ser canonizada em vida!

Se Márcia conseguir convencer o povo na prática, de que seus caminhos para o Conde são realmente bons, a oposição tornar-se-á enfadonha em seus argumentos, e perderá espaço, melhor dizendo, não voltará a ocupar o espaço que perdeu ao longo dos anos. Caso contrário, a gestora é quem perderá o rumo e aliados entregar-se-ão as insastifações transitórias próprias de um momento de implementação de novo governo.


A experiência como Secretária de Educação do Estado e o apoio do Governador Ricardo Coutinho, podem sem dúvida, ser pontos favoráveis a Lucena nesse começo de gestão. Sua experiência adminsitrativa e a colocação do Conde como contemplado nos mais diversos programas estaduais, certamente serão o fôlego necessário nesse período de afirmação.


Por outro lado, todos os erros que Lucena cometer serão demasiadamente explorados, principalmente pelo fato de que a gestora se apresentou no período eleitoral como a " verdadeira mudança" para o Conde. Então, quando Márcia cometer um erro o "eco" será muito maior do que quando ela acertar. Essa é a política do Conde. Ela muitas vezes, adora ver o pior. O pior serve de escada para quem quer ascender!


Em suma, o desafio da nova prefeita, é maior no Conde do que seria em muitas cidades da Paraíba, porque na verdade, ela tem que ser "eleita" de novo a cada dia;  e a oposição, ainda que meio sem rumo e desfacelada estará sempre em cima do palanque, com as bandeiras erguidas, gritos de guerra e com as frases: "EU JÁ SABIA!", "EU AVISEI", "AGORA É O FILHO DO TRABALHO", "A GALEGA VAI VOLTAR", "XAU FORASTEIRA"...

Por fim, Márcia precisa ser rápida, cirúrgica, criteriosa e pontual em suas ações. Deve dar respostas rápidas, ter ações imediatas e calar urgentemente aqueles que agora estão fora do poder, mas que farão de tudo para ter de volta o Conde em suas mãos.

Penso que ela começou bem, mas é apenas o começo e a "saudadis peitium est¹" já está promevendo os mais diversos ataques. Vamos esperar para ver o que vem por aí.







1. É saudade do Peitinho - Dicionário Caquês de Latim 





Caco Pereira




Foto: MaisPB